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terça-feira, 14 de agosto de 2018

A Marquesa : Serie Damas Perfeitas 1 - Nahra Mestre

Título:A Marquesa : Serie Damas Perfeitas - Livro 1
Autora: Nahra Mestre
Ano: 2018
Páginas: 203

Sinopse:

A Marquesa


Nos palcos da aristocracia inglesa do século XIX, Sarah Granville Anson descobre, ainda muito jovem, que foi prometida para o primo Thomas Hervey, futuro marquês de Bristol. 
Enquanto ela se prepara para ser a esposa perfeita, Thomas torna-se cada vez mais contrário a qualquer tipo de sentimento.
Uma dama apaixonada, que faz de tudo para conquistar o amor do futuro marido, ainda que com artifícios inapropriados para a sociedade conservadora em que vive. Um cavalheiro marcado pelo passado, avesso ao amor, mas que se vê envolvido pelos encantos de Sarah a cada dia.
Quando Thomas se der conta de que ela é o amor de sua vida, pode ser tarde demais.
Um romance de época, que retrata uma mulher à frente de seu tempo e que levará o leitor (a) a uma deliciosa viagem pela Era Vitoriana. 

Você irá se apaixonar.


"Uma história de época que traz à tona temas atuais como a “igualdade de gêneros”!
Londres, século XIX. Em um universo dominado pelo gênero masculino, a mulher era um ser à margem, não tinha voz nem vez. A mocinha não é uma super-heroína e, como todo ser de carne e osso daquela época, sofre as limitações impostas por uma sociedade moralista e preconceituosa. Ainda assim, Lady Sarah mostra-nos que é possível ser forte e independente sem perder a sensibilidade e a feminilidade, ao traduzir, na pele de uma mulher à frente de seu tempo, a alma feminina que habita o imaginário da mulher do século XXI; e pela qual esta luta até hoje.
A elegante escrita de Nahra Mestre ganha brilho e um charme especial ao retratar a Era Vitoriana, que, aliás, poucas vezes vi tão bem descrita e com tal cuidado nos detalhes que dizem respeito à cultura e à etiqueta inglesa daqueles tempos.
Uma viagem verossímil e ao mesmo tempo utópica, a realização de um anseio, um sonho inesquecível." Deborah A. A. Ratton


Resenha:


Já leu um livro de época que poderia se passar nos nossos dias?  A marquesa é um desses. A Inglaterra da época do século XIX, poderia facilmente se enquadrar em 2018. Os temas abordados com afinco pela autora ainda continuam a ser discutidos e sem uma mudança profunda.
A personagem Sarah não é simplesmente uma sonhadora que deseja tem mais voz ativa na sociedade e na politica. Ela vive seus ideais. Uma mulher forte, sem amarras a sociedade e com uma inteligencia e habilidade econômicas de dar inveja a muitos homens de Londres, procurou ao máximo se preparar para se casar com o futuro Marques, estudou, se dedicou e acabou se tornando uma das mentes mais pensantes. Gente estou falando de uma jovem que mal tem dezoito anos.
Ou seja, a temática da igualdade de direitos e da força e poder da mulher em toda sociedade esta presente em toda a trama. Sarah, não é só uma mulher de negócios,  ela se empenha em tudo que faz, desde traduzir escritos de Karl Marx a fazer biscoitos. Seu brilho se faz presente por onde passa.
Já nosso Marques, foge do amor. Afinal para ele amor e casamento não se misturam, pois as duas coisas juntas jamais resultam em algo bom. Claro todas essas certezas dele advêm de sua família. Mas nem sempre fugir do amor é uma possibilidade.
Esse casal tem química e pega fogo! O leitor se apega a eles de tal forma a desejar profundamente um final feliz para os dois.

O trabalho de pesquisa é exuberante. Vai desde pensadores como Karl Marx, até mesmo nos mais diversos aspectos da política da época. As condições sócio-econômicas são apresentadas do ponto de vista a abordar a participação ou não da mulher.

Considerações Finais:

O trabalho de criação dos personagens é primoroso, eles possuem identidade e características próprias e marcantes. A narrativa é bastante siples e fluida. Minha unica critica é que o livro se desenvolve tão bem que poderia ser mais trabalhado e contar com mais páginas.
Espero gostar ainda mais de A Cortesã se isto for possível, pois me encantei do início ao fim com o livro. 

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Vamos conversar ? Bienal 2018


 
 Este ano a Bienal internacional do livro foi em São Paulo entre os dias 0 a 12 de agosto. Claro a equipe Alfarrábios Literários não poderia ficar de fora. 


Não sei quanto a vocês mas eu comecei o ano meio desacreditada no sucesso desta Bienal, a lista dos autores internacionais demorou a sair, o numero de stands diminuiu ... Só fui me animar em junho e aos poucos deixei-me contagiar pela ideia de que sim, essa Bienal seria ótima. 
E foi!

Os grandes autores compareceram.
 as palestras foram ótimas , os encontros foram cheios de informação, troca de ideias e aproximaram o leitor aos autores e a nós blogueiros.


 Foram dias de muito bate perna, filas, sentar no cchão para encontros, filas, marcadores, filas, fotos e bate papo com autores  queridos, filas ,   trocas de experiencias e claro muitos livros.






Não deu para ver todo mundo nem falar com todas as autoras mais que queridas, afinal a pessoa que vos fala, contundiu o pé na ultima sexta e não pode ir no ultimo final de semana.

O que ficou  e o que passou?
 
Ficou:

 O primeiro dia é sempre o melhor para pegar marcadores, brindes e comprar aqueles livros que você sempre quis e estão super baratos, pegue todos de uma vez, não pense pq podem acabar bem rápido. 
Não pense que por ter conseguido pegar a senha de autógrafos na internet você não enfrentará fila. Doce ilusão!
Agradeça muito aos amigos que te dão uma força. Tem muita gente boa no mundo!
Não tenha medo de dar sua opinião nunca, se te perguntarem é porque estão dispostos a ouvir.
Participe dos encontros, podem ser momentos mais que especiais.
Gaste mais com livros e menos com comida!
Se o primeiro dia é ótimo para sua lista dos mais antigos, os ultimos dias são para comprar lançamentos, sempre rola promoções.

Passou:

São poucos, mas sempre vai existir autores para decepcionar como pessoa. Vale sempre o aprendizado.
A dor nas costas de carregar tantos livros é inevitável.
Olhares tortos, não significam muita coisa.
As vezes perdemos o foco e queremos tudo.   

Concluindo:
Comprei tudo que queria? Nem de longe, mas pude presentear , me presentear e ser presenteada de várias formas na Bienal.
Ao fim fica a saudade e o desejo de avançar no tempo para a Bienal Rio 2019 e sim vai ser um sucesso! Não duvidem!
                                                               



Lista mais querida de autores:

  A. J. Finn
Vanessa Marques
Chiara Ciodarot
Nahra Mestre
F.M.L Pepper
Ana Beatriz Brandão
Juliana Dantas

PS: Não consegui ver a Aline Galeote nem a Sue Hecker, graças a bendita contusão no pé, mas a equipe Alfarrábios apoia e agradece a vocês por todo carinho e amizade.  Me desculpem!

domingo, 12 de agosto de 2018

Jogos Vorazes (Suzanne Collins)



AUTORA E OBRA
 Jogos Vorazes, lançado originalmente em 2012, é uma trilogia escrita por Suzanne Collins (Hatford, 10 de agosto de 1962), escritora estadunidense nascida no estado de Connect Cut, que atua nos terrenos da ficção científica e da literatura infanto-juvenil. Foi com Hunger Games - ou simplesmente Jogos Vorazes - que a autora recebeu reconhecimento mundial, mas a sua obra mais longeva é a série de cinco livros intitulada Gregor e o Guerreiro da Superfície (2003-7), que conta a história de um garoto que descobre um mundo subterrâneo em Nova York após ter a vida seriamente prejudicada pelo desaparecimento do pai, ocorrido há dois anos.
A trilogia foi adaptada ao cinema e virou sucesso tanto para os leitores quanto para quem nem sabe que a obra é uma adaptação da literatura.
 SINOPSE
Jogos Vorazes se passa em Panem, um Estado totalitário erigido onde antes situava-se a América do Norte. Panem possui uma Capital riquíssima que é sustentada por doze distritos (eram treze, só que... bom, é uma longa história que vou contar adiante), dentre os quais está o Distrito 12, terra de Katniss, narradora-personagem que é uma moça com pouca idade mas que carrega o peso de ser a provedora da sobrevivência da família.
DIVISÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO
Suzanne Collins, dando ênfase às questões da vida material, aponta as contradições desta sociedade por meio das situações vividas pelas personagens. A estrutura de Panem é uma espécie de roupagem literária à divisão internacional do trabalho no capitalismo. Na análise sócio histórica, o termo abrange o processo de adequação e readequação do capitalismo no processo de produção dos bens que sustentam o mercado. Por exemplo, a América Portuguesa - chamada erroneamente de Brasil Colonial - produzia cana-de-açúcar em larga escala para o mercado internacional, enquanto, por exemplo, a área onde hoje se situa a Venezuela produzia café. Ou seja, cada área produzia uma peça do quebra-cabeça do sistema.
Voltando à trama de Jogos Vorazes, a opulenta Capital desenvolve um esquema de divisão da produção entre seus dozes distritos – cada um é especializado em um item que sustenta o centro do sistema. O Distrito 12, por exemplo, fornece carvão, por isso a sua população é composta basicamente por famílias operárias que vivem em função da produção carvoeira das minas; neste distrito, vivem trabalhadores e trabalhadoras com vidas miseráveis. O Distrito 1, pelo contrário, ocupa posição privilegiada nas relações com a capital – a sua produção gira em torno dos artigos de luxo, então, é uma população com vida mais confortável. O Distrito 6 lida com o transporte e com a indústria farmacêutica e, curiosamente, por ser o único distrito com acesso aos outros, é tido como um foco de rebeldia e resistência.
MAS O QUE SÃO OS JOGOS VORAZES?
Chegou finalmente a hora de contar a história do décimo terceiro distrito, que mencionei rapidamente acima. Mais de setenta anos antes do tempo em que o livro se passa, existia o Distrito 13 - que produzia grafite -. O Distrito 13 liderou uma rebelião que afrontou fortemente o poder central, mas fora sufocado. Por isso, foi praticamente soterrado e, para servir de exemplo, os Jogos Vorazes foram criados.
No jogo, um homem e uma mulher de cada distrito (podendo ser criança) são convocados por meio de um sorteio, em um dia especial no distrito, para fazerem parte de um espetáculo transmitido para todo Panem, de onde só uma pessoa sairá viva.
 Katniss e Peeta acabam sendo sorteados pelo Distrito 12. Eles mal se conhecem, mas vão ter que dar um jeito de sobreviverem ao jogo. Todos já entram sabendo que apenas um sobreviverá.
O QUE FICOU DO QUE PASSOU
O que mais me surpreendeu foi a profundidade filosófica de Suzanne Collins. Ela demonstra grande conhecimento sociológico para fazer uma obra que traduz tão bem alguns dos maiores problemas da atualidade, como a desigualdade, a miséria e a dominação. A escrita é simples, direta, concisa e muito atrativa, daquelas que tornam quase impossível se desligar da leitura rapidamente.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Bruxa da Noite (Nora Roberts)

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Sinopse:


     Com pais indiferentes, Iona Sheehan cresceu ansiando por carinho e aceitação. Com a avó materna, descobriu onde encontrar as duas coisas: numa terra de florestas exuberantes, lagos deslumbrantes e lendas centenárias – a Irlanda.
     Mais precisamente no Condado de Mayo, onde o sangue e a magia de seus ancestrais atravessam gerações – e onde seu destino a espera. Iona chega à Irlanda sem nada além das orientações da avó, um otimismo sem fim e um talento inato para lidar com cavalos. Perto do encantador castelo onde ficará hospedada por uma semana, encontra a casa de seus primos Branna e Connor O’Dwyer, que a recebem de braços abertos em sua vida e em seu lar.
     Quando arruma emprego nos estábulos locais, Iona conhece o dono do lugar, Boyle McGrath. Uma mistura de caubói, pirata e cavaleiro tribal, ele reúne três de suas maiores fantasias num único pacote.
    Iona logo percebe que ali pode construir seu lar e ter a vida que sempre quis, mesmo que isso implique se apaixonar perdidamente pelo chefe. Mas as coisas não são tão perfeitas quanto parecem. Um antigo demônio que há muitos séculos ronda a família de Iona precisa ser derrotado.
     Agora parentes e amigos vão brigar uns com os outros – e uns pelos outros – para manter viva a chama da esperança e do amor.

Resenha:

     Como não amar Nora Roberts? Impossível!
     Já li alguns romances e romances policiais dela mas me surpreendi ao saber que ela tinha escrito um romance fantástico ou por que não intitula-lo de sobrenatural?
     A narrativa começa um pouco morna para meu gosto e até me deu um "medinho" da autora não se sobressair com esse gênero. Lento e cansativo os dois primeiros capítulos explicam exatamente o que aconteceu no passado, com os ancestrais de Iona, Branna e Connor.
     A história começa mais de 700 anos antes, com Sorcha, uma bruxa da noite, tentado proteger seus filhos e amado marido do poder malígno de Cabhan,um demônio narcisista e sensual que quer a todo custo o poder que Sorcha possui. Depois de armar uma emboscada Cabhan mata Daithi, marido de Sorcha e ela se vê obrigada a confrontar diretamente o demônio. Sorcha despacha seus filhos para longe, em segurança e prepara uma armadilha para derrotar Cabhan. Ela tem exito, mas não completamente. Derrota o demônio mas não o bani definitivamente para as profundezas escuras em que ele vive. E Cabhan espera e tenta a todo custo conseguir esse poder, passado por gerações da família da Bruxa da Noite.
     Necessário para compreender toda a história então querido leitor, paciência e segue o baile que não irá se arrepender.
     Os séculos passam e chegamos a 2013, Iona, uma exímia amazona resolve largar tudo e todos que até então fizeram sua vida sem sentido e sem amor para tentar se encontrar em terras longíncuas, mais precisamente no norte da Irlanda, terra dos seus antepassados. E de sua amada avó. Lá ela conhece seus primos Branna e Connor e finalmente tem o prazer de se sentir em família. Branna consegue para ela uma entrevista de emprego em um haras e ao chegar lá sua primeira visão é do dono do estabelecimento, o forte e igualmente rude Boyle McGrath. Uma bela e envolvente visão de um homem que em seu íntimo saibia que era seu.
     A história segue em um bom rítmo, jamais entedioso ou cansativo, mas leve e fluido e com uma boa dinâmica entre os personagens. Uma história que te prende até o fim e o fim não é o final porque se trata de uma trilogia. Então queridos leitores preparem-se que ainda vem mais por aí. 
     O livro tem uma capa linda e significativa. A casa, com sua porta vermelho vivo, a floresta ao fundo e o cavalo galopante tem sua representatividade no enredo. Então vale super a pena adquirir o seu exemplar. Eu? Tô esperando alguém me dar de presente os outros dois volumes. Alguém se habilita? Rss. Até a próxima e encantadora história.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Fueled - K. Bromberg




Título: Fueled
Autora: K. Bromberg
Editora: Universo dos livros
Ano: 2018
Páginas: 528

Sinopse: 


O que acontece quando a pessoa que você menos espera de repente se transforma na mais importante da sua vida? Colton roubou meu coração. Não era para ele ter feito isso, e tenho certeza absoluta de que não queria que acontecesse, mas ele colidiu com a minha vida, incendiou sentimentos que pensei estarem mortos para sempre dentro de mim e alimentou uma paixão que eu nunca soube que poderia existir. Como é que exatamente aquilo que nenhum de nós previu — nem desejava — tornou-se exatamente o motivo que nos faz lutar com tanto afinco? Ele rouba meu fôlego, para meu coração e me traz de volta à vida, tudo em uma fração de segundo. Mas como posso amar um homem que não me deixa entrar? Que fica tentando me afastar para impedir que eu veja os segredos traumáticos de seu passado? Meu coração sofre, mas a paciência e o perdão têm limites. Rylee despencou daquele maldito armário e entrou na minha vida. Agora acho que eu nunca mais vou ser a mesma pessoa. Ela teve vislumbres da escuridão que existe dentro de mim e, mesmo assim, continua aqui. Continua lutando por mim. Sem dúvida ela é a santa, e eu, certamente, sou o pecador. Como posso desejar uma mulher que me enerva e me obriga a ver que, no profundo abismo negro da minha alma, há alguém digno do amor dela? Uma situação em que eu jurei nunca mais estar, uma pessoa que jurei nunca mais ser. Seu coração altruísta merece muito mais do que algum dia vou ser capaz de dar a ela. Sei que não posso ser o que ela precisa, então, por que não posso simplesmente me separar?

Resenha: 

Neste livro finalmente temos cenas sob a visão de Colton e podemos entender toda a complexidade do personagem e o porquê das suas atitudes sem pé e nem cabeça. O livro é ótimo. Podemos acompanhar como Riley vive a toda momento sob pressão e às vezes eu quero xingar ela, porque tem vezes que eu gostaria que ela mandasse ele passear.
Ela sempre pensa nele e em seus traumas e medos e se esquece um pouco dela. E Riley se abre com Colton e como era de se esperar ele foge e dá um super gelo nela, Riley com seu amor e sua disposição para ajudar acaba presenciando um cena difícil de esquecer e perdoar.
Mas com todos os dramas essa cena foi muito importante porque podemos observar o crescimento de Riley e finalmente se colocando em primeiro lugar. Depois que ela toma sua decisão Colton terá que se mexer um pouco para fazer ela voltar atrás e quando tudo parecia um mar de rosas algo inesperado acontece com Colton fazendo com que Riley reviva todos os traumas do seu passado. Livro excelente!!!! Eu gostei demais.

Ps: Lembrando que nesse mês a PassionFlix lançará uma série baseada nos livros. Estou contando as horas!!!!!! Já temos as datas no dia 10 de agosto serão lançados os três primeiros episódios e no dia 24 de agosto os outros três... Ansiedade me define!!!

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

O Príncipe Corvo (Elizabeth Hoyt)


Nota: ✰✰✰✰✰

Ficha técnica:
Autor: Elizabeth Hoyt
Editora: Record
Páginas: 350

Resenha: Viúva, Anna Wren quase é atropelada por um cavaleiro arrogante. Ao chegar em casa, descobre que está passando por dificuldades financeiras. Ela mora com a sogra e resolve correr atrás de emprego. No caminho encontra um amigo, que revela que Edward de Raaf, o conde de Swartingham, para quem trabalha, está precisando de um secretário após ter problemas com os dois funcionários anteriores. Desesperada para trabalhar o quanto antes, ela se candidata, sem concorrência. Sim, a fama de Edward não é das melhores. Todos tem medo dele. Mas a vaga é ideal para Anna, pois consiste em transcrever seus manuscritos com boa ortografia e a moça é caprichosa. O encontro entre chefe e funcionária é cercado de surpresas (pois o conde esperava um homem, e não uma mulher tão pequena), mas não há grandes conflitos, à princípio. O problema é que o conde desperta sentimentos contraditórios em Anna e, em uma das muitas idas do rapaz à Londres, Anna vai atrás e descobre que ele frequenta a famosa Gruta de Afrodite, um prostíbulo frequentado por damas de respeito (que vão fugir um pouco da rotina, às escuras) e homens da alta sociedade. Ousada e determinada, Wren solicita uma noite com o conde, sem que ele saiba da identidade dela. No escuro, com uma máscara de borboleta, ambos tem a melhor noite de sexo da vida (lembrando que Edward também é viúvo). Porém à essa altura, ela já despertou a atenção dele sutilmente e ele sente que essa noite com uma até então desconhecida foi uma traição a Anna. E tem mais, ele está de casamento marcado com outra mulher, pois deseja ter filhos e tem receio de que Wren seja estéril. A volta à abadia revela muita confusão para os dois lados. Mas como imaginamos, as brigas tendem a ser bem quentes. Preparem o leque que o calor é constante.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Sem Vida - Daniel Vida




Título: Sem Vida
Autora: Dani Assis
Editora: Amazon
Ano: 2017
Páginas: 353





Sinopse:

O luto é aceitar que a última página de um livro foi virada.
Oberon teve sua vida desfeita em questão de minutos. A partir daí a angústia e o sofrimento constante o transformaram num homem sem vida, ansiando pela morte dia após dia como solução imediata para findar sua dor.
Será a morte a resposta para a própria morte?
Nessa emocionante jornada existirá alguém capaz de lhe devolver a vida e trazer luz para acabar com a escuridão de seus piores dias.
Uma linda história sobre o renascimento daquele que passa por uma das piores dores que um ser humano pode sentir

Resenha:
 
" A única coisa tão inevitável quanto a morte é a vida. "
                                                             Charles Chaplin.
 
Alguns livros nos conquistam por sua narrativa, outros pelo casal ou personagens. Este conquista o leitor de dentro para fora.
Primeiro ele te faz sofrer, chorar e quase deixar de acreditar na humanidade.
Mas então como um bálsamo calmante ele te envolve em luz.
A história de Oberon começa com a dor de perder a pessoa que mais ama no mundo, sua Lara.A culpa o atormenta, fazendo com que ele desista de tudo até  decidir  voltar após anos para ajudar seu irmão a cuidar de seu pai.

" Diga-me quantos anos podemos viver sem que estejamos de fato vivos? Quanto tempo você acha que um homem pode rastejar pelo mundo e fingir que ainda esta bem?"
 
 E voltar era ultima coisa que ele queria. Não foi fácil esse recomeço, voltar a trabalhar  e retomar a vida...
Ele precisa de uma assistente e  neste momento somos apresentados a nossa protagonista Agatha, a garota esta desesperada, buscando um emprego urgente.
Trabalhar para Oberon pode ser um verdadeiro inferno. Ele esta  fechado para o mundo,a falta de comunicação torna a situação ainda mais tensa, suas respostas são sempre monossílabas e vagas.
Porém Agatha jamais desiste, curiosidade e perguntas acabam irritando Obe ao mesmo tempo que resgata algum sentimento mesmo que seja a irritação a primeiro instante.
Aos poucos ele se abre para ela e tudo muda.
A história é linda e bem desenhada. A narrativa vai se construindo ao longo da história e prende o leitor do inicio ao fim.
 Um livro libertador e que ensina o valor da vida e o poder de cura do amor.